Oh não, já é domingo…

Alguma vez acordaram num domingo de manhã com aquela sensação de aperto no estômago e aquele pensamento “oh não, já é domingo!”? Se sim e ainda para mais se é frequente, então este artigo é para ti.

Por Andreia Pereira, Empreendedora Teamway & Coach

Recordo-me bem desta sensação, fazia parte de mim semanalmente durante algum tempo da minha vida… e se inicialmente ela existia ao domingo à noite, passado uns tempos, ela passou a acordar comigo ao domingo de manhã e eu não me permitia aproveitar da melhor forma o fim-de-semana por já estar a antecipar a temível SEGUNDA-FEIRA de regresso ao trabalho.

Esta sensação resulta, por um lado, de uma dificuldade nossa (bem humana por sinal) de vivermos o momento presente e não o desperdiçar com pensamentos sobre o passado ou o futuro (isto é certamente tema para um outro artigo que não este, mas num futuro próximo, fica prometido); por outro lado está associada ao facto de considerarmos que o futuro, neste caso o futuro próximo, o dia a seguir, a segunda-feira é mau, é algo que não queremos ou pode trazer dissabores que temos vivido no trabalho e não queremos que se repitam e que só de pensar nos causa náuseas. Este “sintoma”, comum a quem tem um trabalho fixo e como tal tem uma obrigação diária de o cumprir, o oposto da tal “liberdade financeira” que me fez mudar o meu rumo profissional e que procuro diariamente, cada vez mais afincadamente e focada. Este “sintoma”/ “náusea” é ainda mais forte em quem não está realizado no seu trabalho e o vê como algo que “tem de ser” para garantir um sustento e não algo que traz alegria e realização… aquele algo que nos permite ter um brilhozinho nos olhos quando pensamos no que vamos fazer, tal e qual quando estamos apaixonados.

Mas afinal o que é isso de ter liberdade financeira? A liberdade financeira que procuro juntamente os meus colegas e amigos do projecto da Teamway é a construção de um activo que nos permita ter um retorno financeiro pelo nosso esforço, envolvimento, conhecimento, educação e formação diárias que temos, enquanto trabalhamos em equipa e nos ajudamos uns aos outros a crescer. Um activo que não nos “obrigue” a estarmos constantemente a trocar tempo por dinheiro. É esta necessidade constante de troca de tempo por dinheiro que por vezes nos deixa frustrados e que não nos faz 100% gozar o que fazemos com tanto gosto, porque até nos dias que estamos doentes, que temos visitas de amigos do estrangeiro, que familiares fazem anos, ou naquele dia que simplesmente não apetece, até nesses “temos de ir” trabalhar. No fundo, podemos dizer que estamos a construir um activo tal como um imóvel que herdamos da família e que arrendamos e temos um royalty que nos permite estar a ter um rendimento mesmo quando estamos a dormir. A diferença é que nós não somos herdeiros de imóveis (pelo menos a maioria) e o nosso activo chama-se rede de consumidores inteligentes – pois somos pagos pelo consumo que fazemos, consumo esse que tem um foco constante na sustentabilidade do meio ambiente, na beleza e na saúde e bem-estar.

Para alguns é actualmente o seu plano B, a par do “ainda emprego plano A”, mas para outros é já bem um real Plano A, um plano de vida com “A” de Alcançado, pois permite sermos livres, “A” de “Autêntico”, pois todos os dias trabalhamos o nosso desenvolvimento pessoal e o das equipas e “A” de “Amor”, pois o que queremos acreditamos é que quando pomos AMOR em tudo o que fazemos, as coisas boas acontecem.

Se também tu queres ter um plano B, um outro plano A, se queres sonhar, se queres saber o que fazemos e como fazemos vem ter connosco – não pagas nada por isso e levas certamente contigo um sorriso nos lábios e uma sementinha que na pior das hipóteses te deixa a pensar “E SE ISTO FOSSE POSSÍVEL, SE ME PERMITISSE REALIZAR OS MEUS SONHOS, COMO SERIA?

 

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