Lucas Ribeiro – Jovem Sem Chefes

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Recentemente fizeram-me 3 perguntas:

  • Que experiências queres viver?
  • Que crescimento queres ter?
  • Que contributo queres dar ao mundo?

Se me fizessem estas perguntas antes do ano de 2016 eu não saberia o que responder ou responderia algo sem ter as ferramentas necessárias para compreender a grandeza real do que me foi questionado, porque na realidade tudo começa numa pergunta. Porque fazemos o que fazemos todos os dias? Porque nos levantamos e vamos para o trabalho? Porque tem de ser poderá ser uma resposta, temos de ganhar dinheiro poderá ser outra.

Porém uma pessoa teimosa como eu perguntaria a seguir, mas tem que ser porquê? Não há outra forma de o fazer? Mais para aprender? Será que temos de viver a vida em piloto automático e jogar sempre pelas regras de outros?

Durante todo o meu percurso académico sonhei com uma carreira, viajar e conhecer o mundo, com estabilidade financeira, ter possibilidades de repetir as acções que os meus pais tiveram ao darem-me tudo o que podiam e sabiam para poder ter sucesso e para poder atingir os meus objectivos.

Saí para o mercado de trabalho convencido que estava preparado para a vida e teria reunido em mim todas as capacidades que iria necessitar para o resto do meu percurso, mas rapidamente descobri que estava muito aquém do esperado. Tecnicamente estava polido e eficaz, mas mentalmente muito vulnerável e despido.

Não compreendia o que me faltava. No fundo sabemos que somos capazes de mais e melhor, mas sem direcção, foco e educação, nunca atingiremos o nosso melhor, a nossa melhor versão de nós mesmos.

Ao integrar este projecto (reparem que usei a palavra integrar e não entrar pois são duas palavras semelhantes mas com um significado muito diferente) vi um veículo para atingir um fim, e não me refiro apenas à liberdade financeira (controlo total de tempo e dinheiro) que sempre procurei, mas ser a pessoa que está instruída para a compreender, ajudar quem o rodeia e poder viver com esta liberdade de uma forma sensata e equilibrada.

Estou a fazer o percurso e a conhecer-me melhor a cada dia. O Trabalho diário traz-me resultados profissionais a médio/longo prazo. Não quero ser controlado pelo relógio, nem pela conta bancária! Quero que o meu rendimento possa ser controlado em qualquer parte do mundo e não ter âncoras, e acima de tudo quero mostrar que é possível, que é possível inspirar outros a fazerem o mesmo percurso, porque ser sucedido de forma solitária não tem o mesmo sabor que sermos sucedidos em conjunto, e esta é a beleza real que este projecto oferece!

Termino esta reflexão com alguém que admiro pela dedicação, pelo percurso e inteligência emocional:

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